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Você teria um minutinho para ouvir a palavra de Jane The Virgin?

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janethevirginImagine que você se chama Jane Gloriana Villanueva (Gina Rodriguez),  tem 23 anos, está terminando a graduação em Inglês, sonha em ser escritora, mas teme não conseguir sobreviver às adversidades da profissão e, por isso, será professora. Por enquanto, você estuda e trabalha como garçonete, no Hotel Marbella. Familiar? Ainda tem mais. Você foi criada em uma família extremamente católica. Sua avó, venezuelana, te fez prometer que não faria sexo antes do casamento, porque essa era a vontade de Deus. Sua mãe, que tinha concepções de vida diferentes das de sua avó, queria ser cantora, e  batalhava por isso, enquanto se relacionava bastante com homens interessantes e não tão interessantes assim. Mas isso é questão de gosto, coisa que se discute, mas não neste post.

Xiomara (Andrea Navedo), mãe de Jane, era uma mulher que gostava de sexo, e não havia problema nisso, mas a mãe dela, Alba (Ivonne Coll), abuela de Jane, havia feito com que ela acreditasse que estava errada. O pai de Jane, bem, você não o conhece, e ela também não, pois sua mãe lhe disse que ele era do exército, e que havia ido embora. Na verdade, ela queria proteger Jane de uma verdade desconfortável. Aos dezesseis anos, Xiomara engravidou do seu namorado de escola. Ele queria que ela abortasse. Desde então, ela optou por deixá-lo fora da vida da filha. Afinal, ele não queria que ela existisse, não é, mesmo? Não, não é. As coisas não são tão simples, e definitivas, assim.

A avó de Jane, católica praticante, teve, como primeira reação, dizer à filha para abortar, mas ela não apenas não o fez como também não mencionou a sugestão à Jane. Ela não queria estragar a imagem que a filha tinha da avó, que, apesar de, nem sempre conseguir unir teoria e prática, era uma grande mulher. Xiomara  também o era, à sua maneira, e do jeito que sabia ser. As mulheres Villanuevas eram maravilhosas, fortes, decididas e unidas.

Nunca se esqueça disso, Jane, mesmo quando descobrir que sua mãe mentiu sobre seu pai. Você também passará por escolhas difíceis, e por situações complicadas. Você é virgem, e está grávida, pois foi inseminada por engano, e o filho não é do seu namorado, que em breve será seu noivo –  o policial Michael Cordero  (Brett Dier)-, é do milionário Rafael Solano (Justin Baldoni), um cara que te beijou há uns cinco anos, pegou seu telefone, e não te ligou. A esposa dele, Petra Solano (Yael Grobglas), viu que o casamento estava desmoronando, então decidiu jogar a última cartada: pediu para descongelar a amostra de esperma dele, e decidiu fazer a inseminação artificial.

Acontece que a médica que faria o procedimento era a irmã do Rafael, Luisa Alver (Yara Martinez), que após descobrir que a esposa a traia, ficou atordoada e, ao invés de fazer o exame de rotina em você e a inseminação na Petra, que estava no consultório ao lado, te inseminou com aquela que era a única amostra de esperma do irmão, que teve câncer e, antes de fazer o tratamento, decidiu congelar o esperma para que pudesse ter filhos no futuro.

Acho que é um bom resumo inicial, a partir daí, é com você. Não, não com Jane, com ela, também, mas especialmente com você que, acredito, nesse ponto já está morrendo de vontade de saber o que acontecerá com: Xiomara, Alba, Jane, Michael, Rafael, Petra e Rogélio De La Vega (Jaime Camil), o pai de Jane. Acredite, ele é um personagem sensacional, e indispensável para a série. Ou seria para a novela?

Jane The Virgin é uma série de comédia dramática que tem o estilo de uma telenovela (é necessário falar sobre Pastiche? Não, não é). Ela é uma adaptação de Juana La Virgen, telenovela venezuelana. E, como o formato da série é telenovelesco, podemos esperar por todos os clichês do gênero, mas não do jeito convencional. Eles são enredados na série de modo irônico, debochado e, claro, extremamente bem-humorado. Os rompantes dramáticos são bem encaixados e, melhor, são bem apresentados pelo narrador, que, sem sombra de dúvidas,  é um dos motivos pelos quais vale a pena assistir à série. A grande sacada do narrador está no fato de que ele antecipa as reações dos espectadores. Quando um momento de tensão se aproxima, ele começa a dizer que está preocupado e, ironicamente, quando a sequência revela algo perigoso, ele diz que não gosta de se gabar, mas estava certo. A identificação do telespectador com o narrador é imediata, e essencial para que se possa compreender a dinâmica da série, que tem muito mais.

orientacao

Apesar de Jane ser virgem, e acreditar na magia do amor, a série não fecha os olhos para outros pontos de vista.  Pelo contrário. A virgindade da protagonista é algo que, em certo ponto, se torna irrelevante, porque a série não gira em torno disso, antes ela se ocupa em mostrar os desdobramentos por que Jane passa no processo de se tornar uma escritora. Nos meandros desse processo estão muitos dos melhores momentos da série. É cativante ver os ensinamentos dos orientadores de Jane na Pós-graduação.

O primeiro orientador foca bastante em ajudá-la a trabalhar partes constituintes do processo criativo. Embora o gênero primordial de escrita escolhido pela Jane seja o Romance, ela parece ficar muito presa em sua própria perspectiva. A partir disso, seu orientador pede que ela escreva três contos: um de ficção histórica, para que ela possa sentir o tempo e o espaço; um de terror, para que ela possa trabalhar o elemento surpresa; e um de ficção científica, para que ela se permita ousar mais, quebrar as regras do gênero.

A segunda orientadora, feminista, faz com que a Jane repense seu estilo de escrita e, com isso, o telespectador é brindado com discussões bem elaboradas – divertidas, não maçantes – sobre o Teste de Bechel, por exemplo; especialmente quando o narrador começa a sublinhar se os momentos da série passam ou não no teste.

Eu disse, ali em cima, que ser escritora é o sonho dela, não disse? Bom, tem mais. Enquanto se torna escritora, ela também se torna mãe, namorada – a quem eu quero enganar? Não é óbvio que há um triângulo amoroso envolvendo Jane, Michael e Rafael? – , professora, entre outros. Voltemos ao ponto de ela se tornar mãe. Eu disse que ela acabou escolhendo ter o bebê? Não disse?  Mateo é uma criança adorável! E isso é tudo o que você saberá sobre ele, até começar a ver a série.

Enquanto Jane ainda não sabia se teria o bebê, discutiu-se sobre o aborto. Afinal, ela fora inseminada por engano. Embora a protagonista não tenha optado por abortar, foi interessante a série realçar que ela tinha uma opção. Embora pareça que eu estraguei a surpresa, você ainda não sabe se a Jane vai dar o bebê para Rafael, o pai, e Petra, a madrasta, criarem. Se eu contar todos os detalhes, para que você verá a série, não é, mesmo? Para conferir se o que eu falei é verdade? Eu ficaria ofendida, se não soubesse que narradores não são tão confiáveis assim.

Deixemos a desconfiança de lado para voltarmos a falar sobre a série. Jane The Virgin não é uma série que se vende como feminista, mas é mais certeira em discutir questões de gênero do que qualquer textão de Facebook. A série tem a sutileza de apresentar as opções e a coragem de escolher soluções para as quais muita gente torce o nariz. Jane The Virgin é leve ao abordar temas pesadíssimos. A ironia fina costura a trama; e o drama, mesmo cênico, parece natural. Como não ficar encantado pelo pai da Jane, o ator Rogelio De La Vega, uma versão moderna – paródica – do Zorro? Rogelio é extremamente vaidoso, e totalmente conectado: é usuário do Twitter, amigo de celebridades,  e, quando aparece, rouba a cena. Inclusive, ele está presente em um dos momentos mais geniais em que se discutem questões de gênero na série, o  décimo segundo episódio da segunda temporada.

Rogelio grava um episódio de uma telenovela que parece ter sido inspirada em Doctor Who: Tiago através do tempo. (Na verdade, é uma paródia de Quantum Leap, mas Doctor Who é uma referência mais conhecida, isto é, tem na Netflix, e isso, basicamente, é o que importa). O personagem dele, Tiago, viaja para a época do sufrágio. E a ironia é muito sutil, ele se exibe, como primeiro homem feminista, e diz que vai garantir que as mulheres tenham voto, que vai salvá-las. Momentos depois de terminar a gravação da cena, ele chama as atrizes: “venham sufragistas”, e diz que Xiomara, mãe de Jane, aceitou ser a Senhora De La Vega, ao que ela responde: “a não ser que eu queira manter o meu sobrenome”. Ele não gosta da resposta e depois aparece, ironicamente, a inscrição “primeiro homem feminista”, o que exibe uma crítica extremamente bem-humorada à ideia de que certos homens, embora tenham boas intenções e se coloquem como feministas, acabam por reforçar estereótipos de gênero.

Esse é o tom da série que, além de transitar pelas nuances dos romances policiais – crimes, traições, roubos, entre outros –  consegue nos ganhar nos mínimos detalhes, como o fato de os personagens principais estarem sempre com o celular por perto, e se comunicarem por mensagens em boa parte do tempo. Também há referências à cultura Pop, o que nos proporciona momentos divertidíssimos. Na segunda temporada há, por exemplo, menção a famosa regra dos relacionamentos no tempo atual: é necessário esperar o (a) namorado (a) para ver os episódios novos das séries. Por falar nisso, o que você está esperando para começar a ver Jane The Virgin?

 

 

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Ligações (Rainbow Rowell)

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– Não aguento mais isso – disse. – Eu te amo, mas não acho que é o bastante, acho que nunca vai ser o bastante. Eu não quero viver assim, Georgie. (p.74).

Eu acredito em Rainbow Rowell. Foi o que pensei quando vi a capa do mais recente romance escrito pela autora de Eleanor & Park, um dos melhores livros que li em 2014. Olhei, com certa desconfiança, para a, quase sem quase nenhum atrativo, capa de Ligações. A Novo Século, editora responsável pela publicação, aqui no Brasil, dos quatro livros da autora estadunidense, manteve a ideia da capa da edição americana: um telefone amarelo e o título do livro escrito em uma fonte que cumpre o papel de simular a aparência do fio de um aparelho de telefone que caiu em desuso há, pelo menos, dez anos.

Eu realmente acredito em Rainbow Rowell. Foi o que eu pensei depois de ler a sinopse de Ligações. Georgie McCool e seu marido, Neal Grafton, têm duas filhas e uma vida feliz. Quase feliz. Infeliz, na maior parte do tempo, com alguns momentos felizes. Eles não sabem mais o que têm. Mas tentam não lidar com isso até que Georgie, a dois dias de viajar com o marido e as filhas para passar o Natal com a sogra, em Omaha, informa ao marido que não poderia ir, pois teria de ficar com Seth – seu melhor amigo e companheiro de trabalho desde os tempos da faculdade – escrevendo o roteiro de um programa que, finalmente, eles conseguiriam fazer. Depois de uma conversa permeada pelo silêncio e o rancor, Neal viaja, com as duas filhas, e Georgie fica em Los Angeles, para trabalhar.

Aquele programa era o sonho de Georgie. Era o sonho de Seth. Eles se conheceram quando trabalhavam na revista da faculdade, mesmo lugar em que conheceram Neal; este, ao contrário daqueles – que escreviam juntos uma coluna na página dois da revista Spoon –  era o cartunista responsável por uma aclamada, pelo menos por Georgie, tirinha da revista. Georgie e Seth sempre quiseram ter o próprio programa de comédia, mas tiveram de passar boa parte da vida escrevendo roteiros para programas que não eram exatamente o que eles queriam fazer. Às vésperas do Natal de 2013, conseguiram uma reunião com alguém que se interessara pelo programa. Teriam de passar os próximos dias escrevendo, pois a reunião aconteceria no dia 27 de dezembro. Precisavam de quatro roteiros prontos. Era tudo ou nada. Mas também chegara o momento do tudo ou nada para o casamento de Georgie e Neal. Ele estava em Omaha; ela estava em Los Angeles. Ambos estavam infelizes, mas não queriam admitir isso.

Quando li Eleanor & Park, antes da metade do livro eu já sabia que a Rainbow Rowell era uma autora que sabia escrever sobre o amor e sobre a dor. Não se trata de escrever uma história real, mas uma história possível pois, a meu ver, a ficção tem mais a ver com possibilidade do que com realidade. É por isso que ela é tão necessária, é por isso que ela me encanta. É por isso que aceitamos fazer o pacto ficcional. Eu fiz. Quando Georgie McCool, cujo celular só funcionava se estivesse conectado ao carregador,  se deu conta de que, ao usar o telefone amarelo que ficava no quarto que ocupara quando ainda morava na casa da mãe, conseguia falar com o Neal de 1998, época em que eles ainda eram namorados, decidi apostar todas as minhas fichas (com o perdão do trocadilho jurássico) em Ligações.

A estruturação do livro é feita por capítulos curtos, nos quais se alternam, majoritariamente, discurso direto e discurso indireto. Os capítulos não seguem uma ordem cronológica. Em um momento, vemos um fato ocorrendo em dezembro de 2013; em outro, um que acontecera em 1998. O foco narrativo do romance transita entre a primeira e a terceira pessoas. Por diversas vezes, Georgie assume o foco narrativo para problematizar algo previamente apresentado pelos diálogos, que são um dos maiores trunfos da autora. Rainbow Rowell é muito boa em construir diálogos. Eles são muito bem escritos e cumprem a função de apresentar a história e caracterizar os personagens, tanto física quanto psicologicamente.

É quando os protagonistas começam a dialogar, isto é, quando a narrativa recua no tempo e se debruça sobre o percurso trilhado por Georgie e Neal, que nos apaixonamos por eles. Inicialmente, mais pela Georgie do que pelo Neal. Depois, aos poucos, assim como fez com a Georgie, o Neal começa a nos cativar e, por vezes, nos irritar. Eventualmente, os dois acabam nos irritando, não por nos lembrarem de pessoas horríveis, mas por fazer com que nos lembremos do que há de mais fascinante e assustador nas pessoas: a falha natureza humana. A capacidade de fazer escolhas ruins. A capacidade de dizer palavras que ferem e a capacidade de tentar consertar os erros.

Georgie era, conforme o sobrenome McCool anuncia, uma garota legal, uma garota engraçada. Ela adorava séries dos anos 70, amava e queria ser roteirista de séries de comédia. Era, a seu modo, expansiva. Não por naturalidade, mas por necessidade. Se quisesse algo, faria o que fosse possível para tê-lo. Neal, como disse, em uma das muitas conversas que teve com a Georgie, não era bom em querer coisas. Ela disse que era boa em querer pelos dois. E era. Queria se casar com Neal. Queria ter filhos e queria ser uma roteirista de sucesso. Teve duas filhas. Antes que a primeira, Alice, nascesse, Neal decidiu abandonar o emprego – que  odiava – para cuidar da criança. Foi a solução que encontrou para aplacar a insegurança que atingira Georgie na reta final da gravidez. Ela temia que eles não conseguissem criar a filha se trabalhassem durante todo o dia. Ficou feliz com a decisão do marido de largar o emprego – pelo qual ele recebia pouco – para cuidar da filha. Quando Noomi (Naomi, mas apenas a avó paterna a chamava assim) nasceu, Neal continuou a cuidar das filhas para que Georgie trabalhasse. E ela trabalhava muito. Chegava tarde em casa, quase nunca estava presente na hora do jantar.

Neal era calado, recluso, e extremamente observador. Ele vira Georgie bem antes de ela se interessar por ele; soube que queria estar com ela bem antes de efetivamente estar. Mas ele não era de muitas palavras. Sua personalidade é apresentada aos leitores por meio de suas expressões faciais, descritas com precisão ao longo do livro. Quando as covinhas apareciam, ele estava sorrindo, mesmo que quase nunca sorrisse. Sua respiração denunciava quando ele estava irritado. Mas ele evitava, ao máximo, demonstrar como se sentia. Mas Georgie sabia. Aprendeu a interpretar o introvertido Neal.

Com a introdução das conversas telefônicas entre a Georgie de 2013 e o Neal de 1998 – que não sabia que estava conversando com a “Georgie do futuro” –  podemos perceber que Neal protagoniza uma inversão das funções da linguagem. Geralmente, quando se falam ao telefone, as pessoas fazem o uso da função fática, isto é, utilizam, em excesso, expressões como “aham”, “uhum”, “oi”, entre outras. Entretanto, no caso de Neal, era o contrário. O Neal de 2013, que conhecemos no primeiro capítulo do livro, usa poucas e curtas palavras enquanto conversa com sua esposa. Quando Georgie fala ao telefone com o Neal de 1998, ele usa frases maiores e  poéticas. Diz que a ama, que sente sua falta, entre outros. É claro que o Neal das ligações era mais jovem, com menos responsabilidades, logo, mais descontraído, mesmo que descontração e Neal na mesma frase seja algo paradoxal. Mas foi pelo Neal das ligações que Georgie se apaixonara. Aquele que não falava muito com os outros, mas se sentia quase à vontade para falar com a mulher que amava.

Era esse Neal que Georgie  estava tentando resgatar na semana em que eles ficaram separados. Na semana em que, ao usar o telefone da casa de sua mãe, falava com o Neal do passado, Georgie tentaria descobrir quando foi que o relacionamento deles descarrilhara, e, de posse desse conhecimento, tentaria fazer escolhas melhores. Mas ela ainda não sabia quais eram essas escolhas. Ela não sabia nem mesmo se estava falando com o Neal do passado ou se estava alucinando por não conseguir falar com ele no presente.

Para sair do impasse que a partida silenciosa de Neal deixara, Georgie teria de colocar o telefone no ouvido, desenrolar o fio e ouvir; não apenas o Neal do passado, não apenas o silêncio do Neal do presente, mas ouvir, nas palavras que proferia enquanto falava com Neal, o que a Georgie do presente fez no passado e como suas ações a trouxeram ao presente. Enquanto Georgie desenrola o fio do telefone para compreender qual é o lugar que Neal ocupava atualmente em sua vida e qual é o lugar que ela queria que ele ocupasse em sua vida, Rainbow Rowell desenrola o fio narrativo de um livro que fascina, encanta, e nos faz refletir sobre o fato de que, mais do que  falar sobre  ligações telefônicas, seu novo romance nos fala sobre a ligação que há entre pessoas, gestos, vontades e escolhas.

Uma das minhas falas preferidas de Eleanor & Park é a seguinte: a gente acha que abraçar uma pessoa com força vai trazê-la mais para perto. Pensamos que, se a abraçarmos com muita força, vamos senti-la, incorporada em nós, quando estivermos longe. Com isso em mente, terminarei este post e abraçarei, bem forte, o meu exemplar de Ligações, para que eu possa senti-lo mesmo quando estiver longe dele e, principalmente, longe de mim.

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